Governo libera 100% de capital estrangeiro em aéreas; vendas no varejo recuam e outras notícias

Avião é reabastecido em Brasília: governo libera participação total de estrangeiros nas empresas aéreas (REUTERS/Ueslei Marcelino)
Avião é reabastecido em Brasília: governo libera participação total de estrangeiros nas empresas aéreas (REUTERS/Ueslei Marcelino)

Governo libera 100% de capital estrangeiro em aéreas; vendas no varejo recuam e outras notícias

Governo libera 100% de capital estrangeiro em empresas aéreas. O presidente Michel Temer assinou, com o aval do próximo governo, uma medida provisória liberando que investidores estrangeiros tenham participação total nas companhias do segmento. O limite, até agora, era de 20% do capital. A medida foi aprovada dois dias após a Avianca entrar em recuperação judicial com débitos acumulados com aeroportos, prestadores de serviço e donos das aeronaves que arrenda para poder operar. O governo, no entanto, descartou relação entre a abertura de mercado e a situação da Avianca. Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil, afirmou que a medida poderá baratear as passagens e possibilitar a entrada de companhias de baixo custo no Brasil, como ocorreu na Argentina. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) estima que a flexibilização tenha atraído US$ 5 bilhões em investimentos ao país.

Vendas no varejo recuam pelo segundo mês seguido. O comércio varejista recuou 0,4% em outubro se comparado a setembro, na série com ajuste sazonal. A informação é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em comparação com o mesmo mês do ano anterior, no entanto, as vendas aumentaram 1,9%. No mês, o comércio operou no mesmo patamar de novembro de 2015. Os dados sugerem que o setor permanece em recuperação, mas com perda de ritmo. A avaliação do IBGE é que a precariedade do mercado de trabalho cria limitações para o consumo ser mais relevante. Outra explicação é a Black Friday, que fez os consumidores postergarem as compras.

OMC condena cinco de sete programas de incentivo fiscal do Brasil. A partir de janeiro, o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro terá de desmontar ou reformar parte dos programas, considerados como pilares da estratégia industrial do país desde 2011. Foram condenadas a Lei de Informática, o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores e Displays (Padis), o Inovar-Auto, a Lei de Inclusão Digital e o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Equipamentos para a TV Digital (PATVD). Os programas, criados ainda sob o governo de Dilma Rousseff, distribuiriam R$ 25 bilhões em bondades fiscais.

Santa Catarina é o estado brasileiro com mais startups por habitante. Essa é a conclusão de análise realizada pela Associação Brasileira de Startups (ABStartups) e pela empresa de consultoria Accenture. Segundo o levantamento, os polos com maior concentração de startups em no estado ficam em Florianópolis, Blumenau e Joinville. Esses locais são referência em tecnologia, figurando entre as dez regiões do Brasil com maior faturamento médio no setor. A Tecnologia da Informação representa 5,6% da economia de SC. Por isso, grande parte das startups catarinenses presta serviços de TI. Dos respondentes, 75% afirmaram atuar com software e 20% com serviços de TI e Comunicação em geral. Apenas 11% selecionaram a opção hardware, associada a produtos. Além disso, 17,41% indicaram que prestam mais de um tipo de serviço.

Toyota anuncia produção de carro híbrido do Brasil até final de 2019. A montadora vai fabricar um modelo equipado simultaneamente com um motor elétrico e outro a combustão. No chamado “híbrido flex”, o motor a combustão funciona com gasolina e álcool. A Toyota não divulgou o valor do investimento no projeto e nem qual modelo será produzido com a nova tecnologia. A decisão de fabricar um híbrido flex no Brasil coincide com a sanção nesta semana do programa "Rota 2030", que inclui a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para carros híbridos que usam etanol e outros incentivos para montadoras.

Ideia do dia: em meio a tanta oferta, produzir conteúdos que se destacam no mar da internet pode parecer uma tarefa praticamente impossível. O conselho de Beatriz Martinez, cofundadora da Ad Show, é calibrar bem a mira para atingir exatamente o público que interessa ao seu negócio. Estudar profundamente o tipo de pessoa que você deseja impactar com o seu conteúdo e adaptá-lo às características mais específicas desse segmento é o segredo para ter sucesso nessa missão:

“Você só consegue cativar alguém com palavras se essas palavras forem relevantes para a pessoa. Quando escrevemos para um público-alvo geral (…), nosso texto se torna generalizado. Queremos agradar a todos e acabamos não agradando ninguém”

Qual a sua opinião? Participe da conversa nos comentários abaixo.

— Guilherme Odri e Claudia Gasparini

FOTO | Avião é reabastecido em Brasília: governo libera participação total de estrangeiros nas empresas aéreas (REUTERS/Ueslei Marcelino)

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