No Brasil, 20% mais ricos recebem 40% dos gastos com Previdência; Justiça suspende acordo entre Boeing e Embraer e outras notícias

Avião decola em Brasilia: Justiça suspendeu temporariamente acordo entre Embraer e Boeing (UIG via Getty Images)
Avião decola em Brasilia: Justiça suspendeu temporariamente acordo entre Embraer e Boeing (UIG via Getty Images)

No Brasil, 20% mais ricos recebem 40% dos gastos com Previdência; Justiça suspende acordo entre Boeing e Embraer e outras notícias

No Brasil, 20% mais ricos recebem 40% dos gastos com Previdência. Os mais pobres, por sua vez, ficam com 3,3%. Em 2018, os gastos com o regime geral de Previdência devem chegar a R$ 591,45 bilhões. Na divisão dos recursos gastos com pessoal (previsão de R$ 300 bilhões neste ano), a concentração na faixa mais privilegiada é ainda maior: 79,3% das despesas ficam com os 20% mais ricos. O governo argumenta que, segundo as regras atuais, são os mais ricos que se aposentam precocemente, por tempo de contribuição e sem idade mínima. Por isso, eles ficam na inatividade por mais tempo e recebem benefícios de valores maiores. As estimativas foram feitas pelo Ministério da Fazenda, que alertou sobre a importância da reforma previdenciária para o estabelecimento de um equilíbrio fiscal de longo prazo e para a redução da desigualdade no Brasil.

Justiça Federal de SP suspende temporariamente acordo entre Boeing e Embraer. Após analisar uma ação apresentada por deputados federais do Partido dos Trabalhadores (PT), o juiz Victorio Giuzio Neto, da 24ª Vara Cível Federal de São Paulo, decidiu suspender a fusão das duas empresas. A razão seria a proximidade do recesso do Judiciário, da posse do novo presidente em janeiro e das alterações nas equipes do governo — fatores que poderiam impossibilitar ou dificultar a reversão de mudanças concretas na Embraer. Pelos termos do acordo, a Boeing deteria 80% do novo negócio, avaliado em US$ 4,75 bilhões. A decisão suspende a transferência de parte comercial da Embraer para a Boeing, mas não impede o prosseguimento das negociações.

60% dos brasileiros não têm acesso a pelo menos um serviço básico. São consideradositens cruciais ao exercício da cidadania: educação, moradia, proteção social, saneamento básico e internet. Os dados, de 2017, são do IBGE. O quadro mais severo é o da restrição a condições adequadas de saneamento básico, que afetava 37,6% da população, seguida pela educação (28,2%) e pelo acesso à internet (25,2%). O percentual de brasileiros que não tinham cobertura apropriada de proteção social somava 15% do total, enquanto a fatia daqueles em condições precárias de moradia chegava a 13%.

Bank of America: mesmo sem reforma da Previdência, Brasil crescerá 3,5% em 2019.Aditya Bhave, economista global sênior da instituição, afirmou que o Brasil é uma história feliz em um ambiente de crescimentos fracos”. Executivos do banco falaram a jornalistas sobre perspectivas para o crescimento global no próximo ano. “Vemos um crescimento mais acelerado no Brasil”, afirmou Bhave. “O crescimento também vai ser apoiado pela agenda pró-mercado da Administração Bolsonaro, que deve impulsionar a confiança e o investimento”. O banco acredita em movimentos econômicos cíclicos e, para os executivos, o momento de baixa brasileiro já passou.

Vale compra mineradora controlada por americanos por R$ 2 bilhões. O negócio foi fechado com o grupo americano Icahn Enterprises, que detinha 77% da Ferrous Resources. A empresa tem operações de minério de ferro em Minas Gerais e na Bahia. A perspectiva agora é de que os órgãos antitruste brasileiros aprovem o acordo definitivo para a aquisição. “O impacto da operação no mercado será pequeno”, afirmou o presidente da Vale, Fabio Schvartsman. “Acreditamos que seria uma compra razoável, pois a planta da Ferrous está próxima a nós", completou.

Ideia do dia: chefes com dificuldades de comunicação, sobretudo na hora de dar feedback, podem gerar mal-estar e desânimo entre seus liderados. Segundo Rodrigo Lopes, CEO dos Hospitais Leforte, o líder precisa entender que sua equipe é composta por indivíduos com características e necessidades diferentes, e que por issoseu estilo de comunicação não pode ser único ou engessado:

“Precisamos personificar a gestão. O tom deve ser adaptado a cada pessoa e é preciso considerar seu nível de sensibilidade, sem abrir mão da clareza e do objetivo final”.
Categoria:Notícias

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